segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

#Euli Maze Runner - Cura Mortal


ATENÇÃO! ESTE TEXTO POSSUI SPOILERS DO PRIMEIRO E SEGUNDO LIVROS! 

        Finalmente chegamos ao último livro da trilogia Maze Runner, finalizando assim a história de Thomas e dos Clareanos. Creio que esse livro esteja na faixa dos 30 reais, aproximadamente. 

Sobre o autor:
http://neo-hoenn.blogspot.com.br/2015/11/euli-maze-runner-correr-ou-morrer.html

Sobre o livo:
       Neste último livro, após a chegada dos grupos A e B ao CRUEL, Thomas é levado para dentro de uma sala branca acolchoada, onde fica cerca de 3 semanas vivendo com recursos mínimos e sem poder tomar banho. Após isso, o homem-rato aparece e diz que aquele é o último teste e o jovem levado à sala onde estão seus amigos, ficando feliz por saber que todos estão bem, no entanto, Jorge e Brenda que estão desaparecidos. Thomas sente preocupação principalmente pela garota.
        Logo no início, os jovens são informados da pior coisa que podiam esperar: não existe cura para o fulgor e eles são apenas uma de várias tentativas para que a organização desenvolvesse uma cura. Se não bastasse isso, eles descobrem que apenas parte deles é imune e que os outros com o passar do tempo acabarão mortos pelo vírus, entre os não imunes, está um dos amigos de Thomas. Uma oferta inesperada surge então: todos, se quiserem, podem recuperar suas memórias e é claro que, para Thomas e seus amigos, mais uma vez estão em teste e que a única coisa que a organização quer é colocar algo em suas cabeças. Ocorrerá então uma rebelião, Brendan e Jorge reaparecem e o grupo consegue fugir do CRUEL.
         Após isso, podemos descrever diversos acontecimentos importantes, como a descoberta de um grupo que quer acabar com o CRUEL chamado Braço Direito, com o objetivo de encaminhar o recurso destinados do cruel para a melhor qualidade de vida da população. Além disso, existem diversas cidades criadas para a sobrevivência dos não infectados, porém, ao que parece, todas elas estão infestadas pelo vírus. Os Imunes ou Privilegiados, são de certa forma, odiados pela população, tanto pelos Cranks quanto pelos não infectados e aparentemente, cada vez mais seu número vem se reduzindo misteriosamente, sem que ninguém se importasse.
        O que devo dizer desse livro é que... Bem, foi decepcionante. Não digo que foi um livro ruim, não é isso, mas para mim a qualidade dele caiu muito dos outros dois. Enquanto eu lia, esperava o tempo inteiro por um grande acontecimento ou sei lá, algo grande que marcasse mesmo o fim da trilogia e esse momento não veio. Diversos acontecimentos desnecessários e sem sentido se seguiram um atrás do outro, clichê em alguns pontos, haviam horas que davam vontade de pular, como por exemplo, o final, quando eles retornam ao labirinto para resgatar os imunes, foi muito chataaa. 
           Achei o final da história muito voltado para o Thomas, como se ele fosse o salvador da pátria, o herói benevolente, e, apesar de gostar dele como personagem, o terceiro livro me fez achá-lo um pouco enjoado. Não gostei do final que teve o CRUEL, pois uma organização tão poderosa não cairia de modo tão fácil e nem do Braço Direito.
            O que mais me marcou nos livros foram as mortes, 2 em especial. Uma por ter sido emocionante da maneira como foi, apesar de eu ficar triste por gostar muito do personagem e a outra por ter sido absolutamente desnecessária e patética, eu não era contra o segundo personagem morrer, mas da maneira como foi, cara... Me deixou com raiva pelo autor ter tratado de maneira tão banal, como se fosse um secundário qualquer. Até a morte de Alby no primeiro livro foi mais emocionante.
           Enfim, não que o último livro tenha estragado toda a trilogia, longe disso. Pra quem leu os dois primeiros, termine! Vale a pena. A obra em si é boa e eu não me arrependi de ter lido, como toda a história tem seus prós e contras (e seus haters). Comparando a obra completa com a de Jogos Vorazes, devo dizer que a trilogia de Suzanne Collins foi bem melhor, na minha opinião.

Nota: 3,0/50

Nenhum comentário:

Postar um comentário